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Sindicarga apresenta estudo sobre roubo de cargas em reunião na Fecomércio RJ

Além do roubo de cargas, informalidade avança e agrava o cenário econômico e social no Rio!

Jornalista Responsável: Edigarde Rodrigues-DRT-0040847/RJ Fonte: Assessoria de Imprensa Fecomércio RJ
06 May 2026 00:21 3 min de leitura
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Sindicarga apresenta estudo sobre roubo de cargas em reunião na Fecomércio RJ
Foto: Assessoria de Imprensa Fecomércio RJ


  • Além do roubo de cargas, informalidade avança e agrava o cenário econômico e social no Rio, ressalta o secretário do conselho
  • O diretor-executivo do IFec RJ e secretário do Conselho de Combate ao Mercado Ilegal da Fecomércio RJ, João Gomes, conduziu, na quinta-feira (30/04), mais uma reunião do grupo. O presidente do Sindicarga, Filipe Coelho, apresentou as mais recentes estatísticas de roubo de cargas no estado e trouxe reflexões sobre a atuação dos representantes do setor produtivo.


  • “O maior percentual de carga roubada é formado por alimentos e similares. Existem relatos da Associação de Atacadistas e Distribuidores do Estado do Rio de Janeiro (ADERJ) em que alguns distribuidores não podem mais vender em determinada localidade por conta do tráfico local. Como podemos gerar desenvolvimento econômico onde existe domínio territorial pelo poder paralelo? Todos os representantes do setor produtivo precisam atuar em conjunto junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para garantir que a atuação da segurança pública seja assertiva”, apontou.
  • Com base em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), o estudo do Sindicarga apontou queda de 9,4% no número de roubo de cargas e aumento de 16,16% no valor dos bens roubados em 2025 em relação a 2024.

  • “Houve uma mudança no viés de roubo, porém o valor da carga roubada registrado foi muito maior. Isso impacta na logística e na produtividade, o que gera repasse de custo à sociedade”, afirmou Filipe Coelho.
  • O secretário do Conselho de Combate ao Mercado Ilegal da Fecomércio RJ, João Gomes, fez uma análise dos dados apresentados na pesquisa.
  • “O crescimento da informalidade no estado do Rio de Janeiro é muito expressivo e em nível alarmante. Além do roubo de cargas, há também a questão da compra de itens do mercado ilegal pela população. É uma questão que se aprofunda em um nível de agravamento e entrelaçamento de várias causas”, ressaltou.

  • O coordenador do Disque Denúncia, Renato Almeida, defendeu a revisão das leis de segurança.
  • “É preciso unirmos as forças para combatermos o roubo de cargas. É necessário continuarmos esse trabalho didático e de conscientização da população. Existe também a necessidade de revisão das leis de segurança. Com esse crime, perdemos receita e isso precisa ser combatido”, afirma.
  • O presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), Edson Vismona, concordou com a necessidade de melhorar o apoio do setor produtivo às forças de segurança.
  • “Não são oferecidos os meios suficientes de combate ao mercado ilegal. Além disso, há também o combate ao contrabando de produtos ilegais a vendedores cadastrados em marketplaces”, afirmou.

  • As reuniões do Conselho de Combate ao Mercado Ilegal da Fecomércio RJ têm como objetivo reunir as contribuições de cada integrante do grupo, consolidando propostas que podem ser encaminhadas ao poder público. A iniciativa, além de promover o debate e a troca de informações, fortalece a atuação conjunta dos setores envolvidos e torna o trabalho mais produtivo em torno de uma causa comum. Trata-se também de um posicionamento articulado diante de um tema de extrema importância, cujos impactos são prejudiciais à economia do estado.


Jornalista Responsável: Jornalista Responsável: Edigarde Rodrigues-DRT-0040847/RJ

Fonte: Assessoria de Imprensa Fecomércio RJ

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